segunda-feira, 12 de maio de 2014

MÚSICA - JOGOS COOPERATIVOS - PERCEPÇÃO DE TIMBRE

O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Desenvolver o pensamento coletivo a partir de um jogo cooperativo
  • Associar o conceito de timbre ao de cor
  • Conhecer e identificar timbres de instrumentos musicais diversos
  • Conhecer pesquisas de timbres produzidos com a boca
  • Desenvolver composições explorando seu aspecto timbrístico.
Duração das atividades
1 aula de 50 minutos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Jogos cooperativos
  • Noções de timbre e cor
  • Conhecer diversos tipos de instrumentos musicais
  • Experiência informal com composição
  • Conhecimento musical informal
Estratégias e recursos da aula
A proposta é trabalhar aspectos musicais diversos, como por exemplo: rítmica, percepção de timbres, alturas, gêneros musicais, etc... .
O objetivo é o desenvolvimento musical e estimular o espaço da heterogeneidade na sala de aula de música. A intenção na realização deste trabalho é o desenvolvimento a partir da coparticipação e audição crítica.
A participação de cada aluno é fundamental para que o sentimento de pertencimento se torne algo cada vez mais presente nas salas de aula.


Atividade 1 - Sons com a boca
        
Professor(a), inicie a aula apresentando aos alunos um ou mais dos seguintes vídeos curiosos sugeridos abaixo:
BEAT BOX

THE VOCA PEOPLE - (domingão do Faustão) 

    
Os vídeos mostram as possibilidades de realização de sons diferentes com a boca. A proposta é que se discuta com os alunos como isso é possível e o que diferencia um som do outro. Quantas vozes nós somos capazes de imitar? Quantos sons diferentes podemos produzir com a voz?

Proponha o seguinte jogo:
  1. Escolha um aluno para ser o adivinhador
  2. Peça a este aluno que feche os olhos e vire de costas ou use uma venda, este será o adivinhador que deve descobrir quem falou.
  3. Peça a todos os alunos que troquem de lugar e se misturem.
  4. Um aluno deverá ser escolhido pelo professor para emitir um som normal da sua voz.
  5. Agora cada aluno que produzir o som deverá tentar produzir um ou mais sons bem diferentes de sua voz habitual. Sugerimos que seja dado um tempo para que cada aluno possa individualmente pesquisar seus sons diferentes. Peça a cada um que encontre pelo menos 3 vozes ou sons diferentes que consigam produzir. E o jogo prossegue sucessivamente com outros alunos.
  6.   Ao final da atividade comente com os alunos que estas diferenças de som são o que chamamos de timbre. É o que diferencia a voz de uma pessoa de outra e o som de um instrumento de outro.

Atividade 2 - Instrumentos e timbres

Apresente aos alunos o vídeo: 



INSTRUMENTOS DA ORQUESTRA


O vídeo em questão apresenta as famílias de instrumentos da orquestra tradicional. É como se cada som possuísse uma 'cor' própria. Dividir a turma em grupos e distribuir perguntas. A cada rodada um representante do grupo sorteia uma pergunta para um dos grupos, todos os componentes do grupo questionado poderá auxiliar na resposta.

  1. Quais os grupos de instrumentos de uma orquestra?
  2. Quais os instrumentos da família das madeiras?
  3. Quais os instrumentos da família das cordas?
  4. Quais os instrumentos da família dos metais?
  5. Cite três instrumentos de percussão.
  6. Qual o instrumento mais agudo da família dos metais?
  7. Qual o instrumento mais grave da família das madeiras?
  8. Além de violino e violoncelo, quais os outros instrumentos da família das cordas?

Atividade 3




Professor(a), com os alunos ainda organizados em grupo, distribua um envelope com cartões coloridos diversos. Ofereça pelo menos dois cartões de cada cor. Se forem 10 cores, totalizarão 20 cartões. Os grupos deverão:

  1. Organizar uma composição visual com os cartões.
  2. Atribuir a cada cor um timbre diferente (produzido com objetos que  tiverem disponíveis, sons do corpo, boca).
  3. Reordenar os cartões coloridos de acordo com os acontecimentos sonoros pretendidos (desestruturar para reestruturar).
  4. Ensaiar e apresentar a composição.

Ao final, questione os alunos sobre os critérios de sua organização sonoro-visual:
Porque adotaram tal som para tal cor? Isso poderia ser diferente?


Avaliação

Ao final da aula, observe se os alunos atingiram os objetivos propostos. Avalie:

  1. Os alunos agiram coletivamente dentro do jogo cooperativo?
  2. Associaram o conceito de timbre ao de cor?
  3. Conheceram e identificaram timbres de instrumentos musicais diversos?
  4. Desenvolveram composições explorando seu aspecto timbrístico associando à cor?
  5. Os alunos apresentaram uma postura crítica e exercitaram a percepção auditiva durante as atividades?
  6. Houve curiosidade e entusiasmo na experiência? Demonstraram interesse e motivação ao longo das atividades?


 Registro inicial
13/10/2010
Autor e Coautor(es) 
RIO DE JANEIRO - RJ COL DE APLIC DA UNIVFED DO RIO DE JANEIRO
Coautor(es): 
Rodrigo Russano
Estrutura Curricular


OPCIONAL – NO FINAL DO TRABALHO
 Problematize com os alunos e estimule que continuem a pesquisar após a aula sobre as relações entre cor e som. (Internet, vídeos, artistas). Sugerimos observar a obra de Eduardo Sued (link 6 em Recursos Complementares).
Recursos Complementares
Link 1 - Jogos cooperativos
Link 2 - Jogos cooperativos
Link 3 - Jogos cooperativos
Link 4 - Jogos cooperativos - Entrevista com Fábio Brotto sobre jogos cooperativos
Link 5 - Jogos cooperativos
Link 6 - Site oficial - Eduardo Sued - http://www.sued.art.br/  
Para mais informações sobre jogos cooperativos, vide links 1, 2, 3, 4 e 5, em Recursos Complementares.
Link 7 - Música - Introdução à notação gráfica - Música e artes visuais



sábado, 7 de dezembro de 2013

Mostra Cultural no Centro de Educação Infantil D. Zulma

Maternal I



Há um jardim em cada criança, um lugar encantado onde as cores são mais brilhantes, o ar mais suave e a manhã mais perfumada do que noutro lugar qualquer”. SCHROFF, TRESNIOWSKI apud. LAWRENCE, p. 115. 2013.

Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998):
Brincadeiras que envolvam o canto e o movimento, simultaneamente, possibilitam a percepção rítmica, a identificação de segmentos do corpo e o contato físico. A cultura popular infantil é uma riquíssima fonte na qual se pode buscar cantigas e brincadeiras de cunho afetivo [...] auxiliam o desenvolvimento de suas capacidades expressivas. [Ministério da Educação, 1998]






































A Linda Rosa Juvenil


  A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil.
  A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil.
  Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar. 
  Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar.


  E um dia veio a bruxa má, muito má, muito má.    
  E um dia veio a bruxa má, muito má, muito má.
  Que adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim.  
  Que adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim.

♫  E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor.
  E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor.
♫ E o tempo passou a correr, a correr, a correr. ♫ 
  E o tempo passou a correr, a correr, a correr.


♫ E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei.
  E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei. ♫
  Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim.
  Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim.

♫ E os dois puseram-se a dançar, a dançar, a dançar.
E os dois puseram-se a dançar, a dançar, a dançar.
E batam palmas para o rei, para o rei, para o rei. ♫
E batam palmas para o rei, para o rei, para o rei.




REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil Brasília,MEC/SEF, 1998.
SCHROFF, TRESNIOWSKI apud. LAWRENCE. Uma lição inesquecível, p. 115. Universo dos Livros Editora Ltda. São Paulo. 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O CIRCO CHEGOU!!!!!!

As primeiras práticas circenses que se tem registro datam 4000 anos. Embora presente em quase todas as civilizações antigas, só começou a ganhar a forma a partir do Império Romano. Inicialmente com lutas entre gladiadores, corridas de carruagens, animais selvagens e pessoas com habilidades incomuns. 

Com o declínio do império dos Césares, artistas populares ocuparam os espaços públicos com suas apresentações, surgindo assim as famílias de saltimbancos que viajavam de uma cidade a outra levando números de malabarismo, teatro, dança, comédia e pirofagia.

A partir do século XVIII, surge na Inglaterra o circo na forma como conhecemos na atualidade, com picadeiro circular e sequência de atrações que se intercalam com números de palhaços compondo o espetáculo. Essa ‘fórmula’ consagrada se espalhou pelos quatro cantos da Terra e resiste até os dias de hoje.

De uma arte que se aprendia em família tradicionalmente, passou a ser escola profissionalizante ou não. Tendo espaço e público garantido em oficinas de projetos sociais, cursos livres e até colônias de férias. A prática das artes circenses pode servir como elemento de integração, ferramenta para desenvolver habilidades físicas, além do encantamento que ainda exerce sobre pessoas de qualquer idade.

A magia do circo resiste, se transforma, se reinventa... seja sob a lona de um Cirquè Du Soleil ou uma lona velha e empoeirada viajando anonimamente pelas cidadezinhas mundo afora.

A presença do circo na cidade enche as crianças de alegria, o brilho circense fica gravado na memória. É a fantasia como forma de linguagem que o torna inesquecível, mexe com o imaginário e o lúdico.

Malabaristas, palhaços, acrobatas equilibristas, magia, teatro, adestramento de animais, show de dança entre outros, são os componentes do espetáculo.
E a comunicação?  Fica por conta do palhaço, com o mais antigo bordão:

“Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor!
Hoje tem goiabada?
Tem sim senhor!
E o palhaço o que é?
É ladrão de mulher”!








O CIRCO VAI EMBORA
No meio da madrugada
O circo partiu em segredo.
Não convém fazer barulho
Quando um sonho se acaba.
Virou saudade, virou lembrança,
Virou poeira no pensamento.
MURRAY, Roseana. O circo. Belo Horizonte; Miguillin, 1986.

PROJETO: MÚSICA NA ESCOLA


Felizmente a música retorna ao currículo escolar depois de décadas ausente. Precioso fator de aprendizagem, seu conhecimento não deve se limitar aos aspectos disciplinares e atividades de caráter lúdico e festivo.

A música faz parte de nossa existência desde a fase intrauterina, e a primeira infância é uma fase privilegiada para explorar as habilidades que ela nos oferece.

O projeto Música na Escola nasceu de observações frequentes relativas ao interesse das crianças pela música, em momento cívico e cultural, nos eventos, nas comemorações e em situações espontâneas.

Objetivos:

· Identificar a sonoridade presente no cotidiano;
· Explorar a sensibilidade e o gosto musical;
· Desenvolver habilidades auditivas;
· Expressar sentimentos.


Visita à Banda do 7º BPM - Bom Despacho - MG
Iniciamos a nossa investida, com a visita a honrosa a banda do 7º Batalhão, onde fomos recepcionadas pelo maestro Miranda e demais músicos.

Os instrumentos foram apresentados individualmente por cada componente, exibindo uma palinha de música infantil ou trilha sonora de desenho animado.

A seguir ouvimos músicas do repertório infantil, e ficamos envolvidos pelos sons que convidavam adultos e crianças a entrar na roda.

O Hino Nacional foi um momento singular em que todos se posicionaram e se encantaram com a beleza da arte musical.

Nossos sinceros agradecimentos aos músicos da Banda do 7° Batalhão por reconhecer a importância de nosso trabalho.

ROSEMARY DE ARAÚJO SILVEIRA SEABRA 
MATERNAL II – C.E.I DONA ZULMA