sábado, 7 de dezembro de 2013

Mostra Cultural no Centro de Educação Infantil D. Zulma

Maternal I



Há um jardim em cada criança, um lugar encantado onde as cores são mais brilhantes, o ar mais suave e a manhã mais perfumada do que noutro lugar qualquer”. SCHROFF, TRESNIOWSKI apud. LAWRENCE, p. 115. 2013.

Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998):
Brincadeiras que envolvam o canto e o movimento, simultaneamente, possibilitam a percepção rítmica, a identificação de segmentos do corpo e o contato físico. A cultura popular infantil é uma riquíssima fonte na qual se pode buscar cantigas e brincadeiras de cunho afetivo [...] auxiliam o desenvolvimento de suas capacidades expressivas. [Ministério da Educação, 1998]






































A Linda Rosa Juvenil


  A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil.
  A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil.
  Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar. 
  Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar.


  E um dia veio a bruxa má, muito má, muito má.    
  E um dia veio a bruxa má, muito má, muito má.
  Que adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim.  
  Que adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim.

♫  E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor.
  E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor.
♫ E o tempo passou a correr, a correr, a correr. ♫ 
  E o tempo passou a correr, a correr, a correr.


♫ E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei.
  E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei. ♫
  Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim.
  Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim.

♫ E os dois puseram-se a dançar, a dançar, a dançar.
E os dois puseram-se a dançar, a dançar, a dançar.
E batam palmas para o rei, para o rei, para o rei. ♫
E batam palmas para o rei, para o rei, para o rei.




REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil Brasília,MEC/SEF, 1998.
SCHROFF, TRESNIOWSKI apud. LAWRENCE. Uma lição inesquecível, p. 115. Universo dos Livros Editora Ltda. São Paulo. 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O CIRCO CHEGOU!!!!!!

As primeiras práticas circenses que se tem registro datam 4000 anos. Embora presente em quase todas as civilizações antigas, só começou a ganhar a forma a partir do Império Romano. Inicialmente com lutas entre gladiadores, corridas de carruagens, animais selvagens e pessoas com habilidades incomuns. 

Com o declínio do império dos Césares, artistas populares ocuparam os espaços públicos com suas apresentações, surgindo assim as famílias de saltimbancos que viajavam de uma cidade a outra levando números de malabarismo, teatro, dança, comédia e pirofagia.

A partir do século XVIII, surge na Inglaterra o circo na forma como conhecemos na atualidade, com picadeiro circular e sequência de atrações que se intercalam com números de palhaços compondo o espetáculo. Essa ‘fórmula’ consagrada se espalhou pelos quatro cantos da Terra e resiste até os dias de hoje.

De uma arte que se aprendia em família tradicionalmente, passou a ser escola profissionalizante ou não. Tendo espaço e público garantido em oficinas de projetos sociais, cursos livres e até colônias de férias. A prática das artes circenses pode servir como elemento de integração, ferramenta para desenvolver habilidades físicas, além do encantamento que ainda exerce sobre pessoas de qualquer idade.

A magia do circo resiste, se transforma, se reinventa... seja sob a lona de um Cirquè Du Soleil ou uma lona velha e empoeirada viajando anonimamente pelas cidadezinhas mundo afora.

A presença do circo na cidade enche as crianças de alegria, o brilho circense fica gravado na memória. É a fantasia como forma de linguagem que o torna inesquecível, mexe com o imaginário e o lúdico.

Malabaristas, palhaços, acrobatas equilibristas, magia, teatro, adestramento de animais, show de dança entre outros, são os componentes do espetáculo.
E a comunicação?  Fica por conta do palhaço, com o mais antigo bordão:

“Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor!
Hoje tem goiabada?
Tem sim senhor!
E o palhaço o que é?
É ladrão de mulher”!








O CIRCO VAI EMBORA
No meio da madrugada
O circo partiu em segredo.
Não convém fazer barulho
Quando um sonho se acaba.
Virou saudade, virou lembrança,
Virou poeira no pensamento.
MURRAY, Roseana. O circo. Belo Horizonte; Miguillin, 1986.

PROJETO: MÚSICA NA ESCOLA


Felizmente a música retorna ao currículo escolar depois de décadas ausente. Precioso fator de aprendizagem, seu conhecimento não deve se limitar aos aspectos disciplinares e atividades de caráter lúdico e festivo.

A música faz parte de nossa existência desde a fase intrauterina, e a primeira infância é uma fase privilegiada para explorar as habilidades que ela nos oferece.

O projeto Música na Escola nasceu de observações frequentes relativas ao interesse das crianças pela música, em momento cívico e cultural, nos eventos, nas comemorações e em situações espontâneas.

Objetivos:

· Identificar a sonoridade presente no cotidiano;
· Explorar a sensibilidade e o gosto musical;
· Desenvolver habilidades auditivas;
· Expressar sentimentos.


Visita à Banda do 7º BPM - Bom Despacho - MG
Iniciamos a nossa investida, com a visita a honrosa a banda do 7º Batalhão, onde fomos recepcionadas pelo maestro Miranda e demais músicos.

Os instrumentos foram apresentados individualmente por cada componente, exibindo uma palinha de música infantil ou trilha sonora de desenho animado.

A seguir ouvimos músicas do repertório infantil, e ficamos envolvidos pelos sons que convidavam adultos e crianças a entrar na roda.

O Hino Nacional foi um momento singular em que todos se posicionaram e se encantaram com a beleza da arte musical.

Nossos sinceros agradecimentos aos músicos da Banda do 7° Batalhão por reconhecer a importância de nosso trabalho.

ROSEMARY DE ARAÚJO SILVEIRA SEABRA 
MATERNAL II – C.E.I DONA ZULMA