quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O CIRCO CHEGOU!!!!!!

As primeiras práticas circenses que se tem registro datam 4000 anos. Embora presente em quase todas as civilizações antigas, só começou a ganhar a forma a partir do Império Romano. Inicialmente com lutas entre gladiadores, corridas de carruagens, animais selvagens e pessoas com habilidades incomuns. 

Com o declínio do império dos Césares, artistas populares ocuparam os espaços públicos com suas apresentações, surgindo assim as famílias de saltimbancos que viajavam de uma cidade a outra levando números de malabarismo, teatro, dança, comédia e pirofagia.

A partir do século XVIII, surge na Inglaterra o circo na forma como conhecemos na atualidade, com picadeiro circular e sequência de atrações que se intercalam com números de palhaços compondo o espetáculo. Essa ‘fórmula’ consagrada se espalhou pelos quatro cantos da Terra e resiste até os dias de hoje.

De uma arte que se aprendia em família tradicionalmente, passou a ser escola profissionalizante ou não. Tendo espaço e público garantido em oficinas de projetos sociais, cursos livres e até colônias de férias. A prática das artes circenses pode servir como elemento de integração, ferramenta para desenvolver habilidades físicas, além do encantamento que ainda exerce sobre pessoas de qualquer idade.

A magia do circo resiste, se transforma, se reinventa... seja sob a lona de um Cirquè Du Soleil ou uma lona velha e empoeirada viajando anonimamente pelas cidadezinhas mundo afora.

A presença do circo na cidade enche as crianças de alegria, o brilho circense fica gravado na memória. É a fantasia como forma de linguagem que o torna inesquecível, mexe com o imaginário e o lúdico.

Malabaristas, palhaços, acrobatas equilibristas, magia, teatro, adestramento de animais, show de dança entre outros, são os componentes do espetáculo.
E a comunicação?  Fica por conta do palhaço, com o mais antigo bordão:

“Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor!
Hoje tem goiabada?
Tem sim senhor!
E o palhaço o que é?
É ladrão de mulher”!








O CIRCO VAI EMBORA
No meio da madrugada
O circo partiu em segredo.
Não convém fazer barulho
Quando um sonho se acaba.
Virou saudade, virou lembrança,
Virou poeira no pensamento.
MURRAY, Roseana. O circo. Belo Horizonte; Miguillin, 1986.

PROJETO: MÚSICA NA ESCOLA


Felizmente a música retorna ao currículo escolar depois de décadas ausente. Precioso fator de aprendizagem, seu conhecimento não deve se limitar aos aspectos disciplinares e atividades de caráter lúdico e festivo.

A música faz parte de nossa existência desde a fase intrauterina, e a primeira infância é uma fase privilegiada para explorar as habilidades que ela nos oferece.

O projeto Música na Escola nasceu de observações frequentes relativas ao interesse das crianças pela música, em momento cívico e cultural, nos eventos, nas comemorações e em situações espontâneas.

Objetivos:

· Identificar a sonoridade presente no cotidiano;
· Explorar a sensibilidade e o gosto musical;
· Desenvolver habilidades auditivas;
· Expressar sentimentos.


Visita à Banda do 7º BPM - Bom Despacho - MG
Iniciamos a nossa investida, com a visita a honrosa a banda do 7º Batalhão, onde fomos recepcionadas pelo maestro Miranda e demais músicos.

Os instrumentos foram apresentados individualmente por cada componente, exibindo uma palinha de música infantil ou trilha sonora de desenho animado.

A seguir ouvimos músicas do repertório infantil, e ficamos envolvidos pelos sons que convidavam adultos e crianças a entrar na roda.

O Hino Nacional foi um momento singular em que todos se posicionaram e se encantaram com a beleza da arte musical.

Nossos sinceros agradecimentos aos músicos da Banda do 7° Batalhão por reconhecer a importância de nosso trabalho.

ROSEMARY DE ARAÚJO SILVEIRA SEABRA 
MATERNAL II – C.E.I DONA ZULMA